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Letras, letras e mais letras (tal como a sopa) amantedasletras@megamail.pt

Escritos

12.7.05

Se o terrorismo tivesse alguma lógica, os próximos ataques a civis em países 'Ocidentais' seriam em transportes fluviais de passageiros. Nos EUA foi pelo ar, em Madrid foi em comboios, em Londres foi em metropolitano e autocarros... só faltam os eléctricos e os barcos. E o que é que Lisboa tem? Eléctricos e barcos...
Escritos

5.7.05

Há muitos meses que não comprava o Blitz. Hoje apeteceu-me ler o jornal dos Pregões e Declarações. Está muito diferente, irreconhecível mesmo. Preferia-o há 15 anos atrás. Mas também era mais puto, tinha outra visão do mundo e da vida... e havia os Amores, os Pensamentos Ociosos, as Mensagens Suaves, as Polémicas. Que saudades, Blitz. Acabar com os pregões foi o acelerar da morte do jornal.
Escritos

29.6.05

Sou um fã de Don Rosa. Para além de fã do Tio Patinhas e da sua trupe, sou aficcionado do trabalho do argumentista e desenhador. As histórias que conta são das poucas coisas que me fazem rir hoje em dia, que me emocionam apesar de serem ficção e que eu não me importo de reler de 15 em 15 dias. Quando puderem, conheçam-no, que ele merece.
Escritos

14.6.05

Até um dia, poeta.
Escritos

6.6.05

Há coisa melhor no mundo do que levantar cedinho, ir a banhos e esturrar ao Sol e depois de um farto almoço ir trabalhar? Não há nada como viver na margem sul.
Escritos

28.5.05

Danny Ocean há-de sempre ser uma figura gozona, bem parecida e muito mal acompanhada. Vi o Ocean`s Twelve. A sequela do 11 é muito boa, bem montada, bem realizada, com piada e bom gosto, com menos acção mas bastante interessante do ponto de vista estético e argumentativo. Prende ao ecrã, faz-me rir e descontrair. Ah, e desta vez também há o Bruce Willis. Obrigado, Steven Soderbergh.
Escritos

9.5.05

As ondas hertzianas ficaram mais pobres com o desaparecimento terreno do Perestrelo. Gostasse-se ou não do estilo, ninguém conseguia passar ao lado da sua alegria, das suas manias, dos seus gostos, dos seus 'ódios', das suas críticas. A rádio portuguesa perdeu, Portugal perdeu, nós todos perdemos um pouco da nossa cultura. E com aquela barriguinha até nós marcávamos golos imaginários... Descansa bem, camarada Jorge.

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